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Para conhecer um pouco a Wicca
Programa Semana de Oração 2012
CURSO DE ASTROLOGIA – 26 e 27/05
Justiça da Bahia suspende lei de Ilhéus que obrigava a rezar o Pai-Nosso
JORNALISMO – Justiça da Bahia suspende lei de Ilhéus que obriga rezar o pai-nosso
Fonte: FOLHA.com
http://www1.folha.uol.com.br/saber/1077234-justica-da-ba-suspende-lei-de-ilheus-que-obriga-rezar-o-pai-nosso.shtml
Relato da participação do Comitê no evento do Centur
A participação do Comitê Inter-religioso do Estado do Pará no Aniversário de 141 anos da Biblioteca Arthur Vianna, que teve como tema do evento: “Livros Sagrados – Os Registros da Fé”. Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves – Centur organizou o evento.
Comitê Inter-religioso do Estado do Pará teve dois momentos especiais no evento. O primeiro momento ocorreu palestra de abertura no dia 19 de março, no Auditório Ismael Nery, às 18:30. Nesta palestra sobre a Tolerância Religiosa tivemos na mesa a presença Pastora Cibele Kuss, a Irmã Téa Frigério (ambas do Comitê Inter-religioso) e a palestrante convidada, a Monja Coen (Zen-budista).
O último momento foi na Cerimônia Inter-religiosa, no dia 23 de março, na Praça da Palavra, às 18h. Na qual participaram diversos grupos religiosos e foi um momento emocionante do evento. A celebração convidou a todos a verem que é possível construir um mundo no qual as diversas espiritualidades trabalham juntas em prol da paz e do diálogo.
O estande do Comitê Inter-religioso foi visitado por um bom público, que ficou sabendo da existência do Comitê e teve a oportunidade de adquirir livros e artigos religiosos que foram confeccionados nas oficinas do Ateliê Inter-religioso. Além disso, o nosso estande foi visitado por dois palestrantes nacionais, Kaká Werá e Sheik Ahmad Mazloum.
Alguns membros do Comitê Inter-religioso aproveitaram o evento para entregar a alguns dos palestrantes nacionais seu material institucional (folder) do Comitê. Os palestrantes gostaram de saber da existência de um Comitê Inter-religioso em nosso Estado e pediram que o grupo do Pará, entre em contato com grupos inter-religiosos nacionais e estaduais, para unir forças em prol do dialogo inter-religioso.
A Coordenação do Comitê agradece a todos que ajudaram a participação do Comitê neste evento do Centur, mostrando a força do nosso grupo inter-religioso.
Leiam abaixo o Agradecimento do Núcleo Cultural da Biblioteca Arthur Vianna:
“Ao Comitê Inter-religioso, o Núcleo Cultural da Biblioteca Arthur Vianna, agradece pela valiosa contribuição e grande parceria realizada para a programação dos 141 anos da biblioteca, o que abrilhantou significativamente o evento religioso como um todo possibilitando o êxito do mesmo. A todos vocês o nosso muito obrigado de coração…….
E que DEUS nos abençoe sempre.”
Veja as fotos do Evento:
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Aluna de universidade de RR diz ter sido vítima de intolerância religiosa
Aula de direito foi suspensa por causa de seu traje e objetos.
Universidade Estadual de Roraima aguarda análise da assessoria jurídica.
Raymunda Gomes Damasceno Bascom, de 44 anos, estudante de direito da Universidade Estadual de Roraima (Foto: Arquivo pessoal)Uma colega da turma, que preferiu não se identificar, afirmou que estava sentada no fundo da sala e ouviu a professora dizendo que daria dois minutos para que Raymunda retirasse da carteira todos os objetos sem relação com a disciplina de direito administrativo. “Ela foi bem categórica, disse ‘isso não tem nada a ver com a aula, eu lhe dou dois minutos para você retirar’”, contou a colega.
Veja que absurdo. Aonde a intolerancia religiosa pode chegar…..
É a quarta vez que monumento sofre depredação desde que foi inaugurado, em 1973
Bernardo Moura, com o leitor Paulo Roberto Freitas
RIO – Os pescadores da Barra da Tijuca estão se sentindo desprotegidos nos últimos dias. Na madrugada desta quarta-feira, a estátua de Iemanjá que adornava uma parte do quebra-mar foi destruída a pedradas por vândalos. O leitor Paulo Roberto Freitas, que costuma passar pelo local, percebeu a estátua quebrada e enviou a foto para o Eu-repórter. A Associação de Pescadores da Barra da Tijuca disse já ter encomendado uma nova imagem para o mesmo local. Sem muita surpresa, o presidente da colônia, Luiz Carlos Araújo, disse que é a quarta vez que a estátua é destruída desde sua inauguração, em 1973.
- Essa que foi destruída estava ali há quatro meses. Já trocamos várias vezes, mas, de madrugada, tem gente que vem e quebra – afirma ele, que não descarta a possibilidade da ação ser motivada por intolerância religiosa.
Para o pescador, a falta de policiamento no quebra-mar favorece a ação criminosa:
- Tem muita gente estranha que vem para cá à noite, não dá para saber. São grupos de jovens que bebem demais e podem ter vandalizado a estátua. Mas também pode ser obra de um grupo religioso que não gosta de Iemanjá. Não posso acusar ninguém.
Sensibilizados com os pescadores, a Subprefeitura de Barra e Jacarepaguá e o Grupo Ofarerê pretendem contribuir para evitar que a nova imagem de Iemanjá seja novamente alvo de vândalos. Ismael Evangelista, líder do Ofarerê, quer instalar no local uma estátua de dois metros de altura em fibra de vidro.
- O atentado pode ter sido motivado por intolerância religiosa, sim. Essa estátua existe há tempos ali, mas ganhou visibilidade após a comemoração do Dia de Iemanjá que fizemos lá este ano. Isso pode ter chamado a atenção de vândalos- suspeita Evangelista.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/eu-reporter/vandalos-destroem-estatua-de-iemanja-na-praia-da-barra-4405546#ixzz1qAcF9oeu
Comitê Inter-religioso do Pará fez parte da caminhada “Fé e Resistência”
Comitê Inter-religioso do Pará fez parte da caminhada “Fé e Resistência”.
Sacerdotes e sacerdotisas dos mais diversos cultos, representantes de várias crenças que fazem parte do Comitê Inter-religioso do Estado do Pará, se juntaram às lideranças de comunidades tradicionais de terreiros na luta pela liberdade de culto e pelo respeito à diversidade religiosa (Fonte: Instituto Nangetu).
A pastora luterana Cibele Kuss (foto) representou o Comitê Inter-religioso na abertura do evento. Também participaram pelo Comitê o padre Henrique Leconte (I. Católica Ap. Romana), Zé Caeté (Círculo Esotérico), o sacerdote Sridhara Dassa (Hare Krishna), Tony Vilhena (metodista), Gilson Dias (Unipop/REJU), Dinaílson Benassuly (Ananda Marga), Mametu Nangetu, Pai Tayandô e Mametu Kátia Haddad, que é diretora social do INTECAB, entidade que promoveu a caminhada.
Uma caminhada para a memória de Mãe Doca e pela resistência da fé de matriz africana na Amazônia.
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| Povos de terreiros em caminhada pelo centro de Belém. |
Os povos tradicionais de terreiros afro-amazônicos da zona metropolitana de Belém deram um exemplo de mobilização política para festejar o Dia (estadual e municipal) da Umbanda e das Religiões Afro-brasileiras de Belém e do Estado do Pará, e as várias comunidades saíram em caminhada pelas ruas do centro da capital paraense chamando a atenção da população para a necessidade eminente de defesa das garantias constitucionais de direito ao credo e à liberdade religiosa.
Fonte: Blog do Instituto Nangetu
TAMBORES – Caminhada conquistou apoios inclusive entre pentecostais
TJE-RS determina retirada de símbolos religiosos dos prédios da Justiça gaúcha
Uma decisão unânime do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) determinou nesta terça-feira (6) a retirada dos símbolos religiosos das dependências da Justiça gaúcha. Foi a etapa final de um processo que havia começado no dia 7 de novembro de 2011, quando diversas organizações ligadas à defesa dos direitos dos homosexuais e das mulheres protocolaram no TJ o pedido de retirada dos crucifixos de suas repartições.
A primeira manifestação sobre o tema veio somente no dia 27 de janeiro deste ano, quando o então presidente do TJ-RS, desembargador Leo Lima, acatou o parecer do juiz-assessor Antonio Vinícius Amaro da Silveira, que utilizou o preâmbulo da Constituição Federal de 1988 para justificar a presença dos símbolos, sendo que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que esse trecho da Carta Magna não possui força normativa.
No preâmbulo, está escrito que a Constituição foi promulgada “sob a proteção de Deus”. O juiz-assessor também argumentou que a permanência dos crucifixos “se justifica em raízes predominantemente cristãs, que amoldaram a cultura deste país”.
Os autores da ação recorreram da decisão, que parou nas mãos do segundo vice-presidente do TJ-RS, desembargador Cláudio Baldino Maciel, que decidiu submeter o tema ao Conselho da Magistratura, entidade formada pela cúpula administrativa do Judiciário gaúcho. Maciel leu seu voto na sessão de hoje do conselho, que acompanhou integralmente a decisão de retirar os símbolos religiosos das dependências da Justiça no Estado.
Acompanharam a posição os desembargadores Marcelo Bandeira Pereira (presidente do TJ-RS), André Luiz Planella Villarinho, Liselena Schifino Robes Ribeiro e Guinther Spode. O tribunal irá esperar a decisão transitar em julgado para determinar a remoção dos símbolos religiosos na sede estadual do TJ e nas comarcas no interior do Rio Grande do Sul.
Leia o texto completo em:
http://sul21.com.br/jornal/2012/03/tj-rs-determina-retirada-de-simbolos-religiosos-dos-predios-da-justica-gaucha/





