Publicado por: Comitê.PA | 18/01/2016

7º ATO CONTRA INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

ACIR 2016

Não existe um Caminho para a PAZ.  A PAZ é o Caminho

7º ATO CONTRA INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

24 de janeiro, domingo, de 9:00 às 11:30 na Praça Batista Campos.

Concentração: Coreto Central, às 09h.

No mês dos 400 anos de aniversário da cidade de Belém e para marcar o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa (*), o Comitê Inter-Religioso do Estado do Pará promove o Sétimo Ato Contra Intolerância Religiosa no dia 24 de janeiro de 2016.

Este evento que tem como objetivo chamar à população paraense para fortalecer o combate às várias formas de intolerância religiosa, buscando assim a construção de um Diálogo entre as diversas espiritualidades / religiosidades como um Caminho para a Paz!

No evento estarão presentes lideranças religiosas: cristãs (católicos, anglicanos, luteranos,  santo daime, e outros), afro-religiosos, wiccas, hare krishnas, esotéricos, entre outros.

O Estado Brasileiro é laico. Ele tem o dever de garantir a liberdade religiosa, conforme o Art. 5º, inciso VI, da Constituição: “É inviolável a liberdade de consciência e crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e as suas liturgias.” A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais da humanidade, como afirma a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Certamente pela diversidade de nossa origem, pela convivência entre os diferentes, deveríamos servir de exemplo para o mundo. No Brasil de hoje, a intolerância religiosa não produz guerras, nem matanças. Entretanto, muitas vezes, o preconceito existe e se manifesta pela humilhação imposta àquele que é “diferente”. Quando alguém é humilhado, discriminado e agredido devido à sua crença, ele tem seus direitos constitucionais e humanos violados. Essa pessoa é vitima de um crime punível pelo Código Penal Brasileiro.

Invadir locais de culto, desrespeitar a espiritualidade alheia ou tentar impor aos outros a visão que sua religião é falsa e agredir verbal ou fisicamente devido à sua crença: tudo isto é intolerância religiosa, é discriminação contra as religiões.

*O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, 21 de janeiro, foi instituído pela Presidência da República, com a Lei 11.635, em 27 de dezembro de 2007, também homenagem em Mãe Gilda, Sacerdotisa Afro-Religiosa, que morreu de infarto por ter tido sua foto associada a charlatanismo, sendo vítima de intolerância religiosa. Mãe Gilda faleceu no dia 21 de janeiro de 2000, aos 64 anos.

Comitê Inter-Religioso do Estado do Pará:

Religiosos em cooperação por um mundo sem intolerância e exclusões decorrentes de orientações e opções religiosas, promovendo o diálogo entre as religiões para desenvolver a cultura de paz, de justiça e respeito aos direitos humanos.

Atuar na construção de uma sociedade justa, fraterna e pacífica pautada no respeito à diversidade religiosa.

– Conhecer e valorizar a diversidade religiosa na perspectiva da construção de relações de diálogo, respeito, justiça e paz.

– Combater a intolerância religiosa e toda forma de preconceito e exclusão social.

– Ampliar e fortalecer o Comitê Inter-religioso enquanto referência na defesa dos direitos humanos e liberdade religiosa.

Contatos do Comitê: Mãe Nangetu (98193-8647) Alex Barata (98351-5728)

Ílziris Miranda (98893-1555).

https://comiter.wordpress.com/ Email: comiteinterreligioso@gmail.com /

https://www.facebook.com/groups/comite.interreligioso.do.para/

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